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Atualização das recomendações para trombólise no AVC isquémico em destaque no 32.º CNMI

Publicado dia Maio 21, 2026 Comentários fechados em Atualização das recomendações para trombólise no AVC isquémico em destaque no 32.º CNMI

O Encontro com Especialista 2: “Revisitar a trombólise no AVC isquémico” foi apresentado por Mariana Pintalhão, que centrou a sua intervenção na evolução das recomendações terapêuticas para o tratamento do Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquémico agudo e no impacto destas mudanças na prática clínica.

A especialista destacou a relevância do tema, sublinhando que o AVC continua a ser uma das principais causas de mortalidade e incapacidade em Portugal. Segundo explicou, a trombólise endovenosa revolucionou o prognóstico destes doentes, tendo as suas indicações sido significativamente alargadas nos últimos anos. “Esta evolução do conhecimento traduziu-se na necessidade urgente de atualizar as diretrizes de atuação no AVC isquémico agudo pelas várias sociedades científicas”, referiu.

Mariana Pintalhão destacou ainda as novas recomendações publicadas este ano pela American Heart Association, que introduzem uma abordagem mais personalizada à decisão terapêutica. Entre os aspetos considerados estão o agente trombolítico a utilizar, o impacto funcional dos défices neurológicos no quotidiano do doente e a avaliação da chamada penumbra isquémica, ou seja, o tecido cerebral em risco, mas ainda potencialmente recuperável.

Segundo a especialista, esta atualização do conhecimento poderá permitir tratar mais doentes, de forma mais segura e com melhores resultados funcionais.
Durante a sessão foram abordadas as principais alterações ao paradigma clássico da trombólise endovenosa introduzidas pelas mais recentes recomendações internacionais. Mariana Pintalhão destacou quatro pontos centrais da sua apresentação.

O primeiro prende-se com a consolidação do tenecteplase como agente de primeira linha nas primeiras 4,5 horas após o início dos sintomas. A especialista salientou a evidência científica que sustenta a sua não inferioridade face ao alteplase, bem como a vantagem da administração em bólus único.

Outro dos temas em destaque foi o alargamento da janela terapêutica para além das 4,5 horas, através da seleção de doentes com tecido cerebral potencialmente salvável com recurso a métodos de imagem avançada, como a tomografia computorizada de perfusão ou a ressonância magnética.

A sessão abordou ainda a revisão da abordagem ao AVC minor não incapacitante, relativamente ao qual as novas diretrizes recomendam agora dupla antiagregação plaquetária em detrimento da trombólise endovenosa nesta população específica.

Por fim, Mariana Pintalhão analisou a revisão de contraindicações anteriormente consideradas absolutas e que passaram a ser encaradas como relativas, permitindo que alguns doentes, em casos selecionados, possam beneficiar do tratamento.

Relativamente ao 32.º Congresso Nacional de Medicina Interna, a especialista considerou tratar-se de “uma oportunidade única para consolidar a afirmação da Medicina Interna como a especialidade nuclear para a gestão do doente agudo e crónico complexo e para o funcionamento hospitalar”. Destacou ainda o papel do congresso enquanto espaço de atualização científica, harmonização de práticas clínicas e partilha de experiências entre profissionais de diferentes realidades hospitalares.
Quanto às expectativas para esta edição do congresso, Mariana Pintalhão mostrou-se particularmente entusiasmada com o programa científico, sublinhando a relevância das sessões de atualização previstas nas várias áreas da Medicina Interna. No âmbito específico do AVC, espera que as discussões contribuam para a atualização dos protocolos locais de Via Verde AVC. “Acima de tudo, ambiciono que este encontro seja um momento de união e convergência da nossa especialidade, permitindo reforçar o seu valor na Sociedade e planear o futuro com o dinamismo e a resiliência que sempre nos caracterizaram”, concluiu.

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