As mais recentes recomendações na abordagem do doente agudo estiveram em análise na sessão “MI 25/26: O que há de novo em… Urgência e Emergência”, integrada no 32.º CNMI.
A sessão contou com a participação de José Maia Sousa, que destacou a importância da atualização contínua dos internistas numa área em constante evolução e onde o tempo de decisão é determinante. “Na abordagem do doente agudo em urgência e emergência, o Internista deve atuar de forma célere, pragmática e objetiva, muitas vezes com necessidade de fazer um rápido diagnóstico e tomar decisões terapêuticas em pouco tempo e sob grande pressão”, afirmou.
Segundo o especialista, a exigência destes contextos clínicos torna essencial o conhecimento das recomendações mais recentes na abordagem da fase aguda do doente urgente e emergente. “Daí a relevância do tema ‘O que há de novo em Urgência e Emergência’”, sublinhou.
Durante a sessão, José Maia Sousa procurou destacar os trabalhos e publicações mais recentes com maior impacto na prática clínica diária. “TentEI dar ênfase, dentro das publicações mais recentes, àquelas que mais impacto tiveram, ou virão a ter, na prática clínica diária do Internista”, explicou.
O internista aproveitou ainda a ocasião para reforçar a importância do Congresso Nacional de Medicina Interna enquanto momento privilegiado de atualização científica e partilha de experiências entre profissionais. “Sendo a Medicina Interna uma especialidade generalista e extremamente diversificada, o CNMI é um marco importante da atividade científica do Internista”, referiu, acrescentando que o congresso permite “ouvir colegas a partilhar conhecimento e atualizações sobre as mais diversas áreas de intervenção da Medicina Interna”.
Relativamente às expectativas para esta edição do Congresso, José Maia Sousa mostrou-se otimista quanto à qualidade científica do programa e ao reencontro entre colegas da especialidade. “Espero ouvir ciência de grande qualidade e muitas oportunidades de rever alguns colegas conhecidos, assim como conhecer outros e poder partilhar com eles o gosto e o orgulho por esta especialidade”, concluiu.